Da arte da gafe

Da série: “A arte da gafe”.

Entrei na Millium hoje à tarde procurando um polidor pra metais dourados. Como eu nunca acho nada em loja nenhuma (já que sou um perdido por natureza), sempre acabo pedindo informação pra algum vendedor.

Como todos sabemos, as empresas precisam contratar alguns colaboradores portadores de necessidades especiais – até por força de lei.

Enquanto procuro o produto numa gôndola, vejo um funcionário a uns 4 metros de mim, de lado. Só via, portanto, o perfil da pessoa, não de frente. E com a maior naturalidade do mundo, me dirijo ao atendente:

– Amigo, vocês tem Brasso?

Aí o cara vira pra mim… e bom, vocês já devem imaginar de qual “necessidade especial” o cidadão era portador.

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