Das coisas que só acontecem comigo

Entro na fila do caixa rápido do supermercado. Todos os caixas ocupados; aguardando, só eu.
Enquanto aguardo, mais alguém chega. Como se não houvesse espaço o suficiente, a criatura esbarra em mim. Imaginei que fosse conhecido fazendo palhaçada, e virei pra trás meio que rindo… e me dei mal, já que nunca vi aquele ser humano na vida.

Sem um pingo de ressentimento, dou um passo atrás (que o cara estava literalmente GRUDADO em mim), larguei a cestinha no chão, e conferi se minha carteira estava no bolso de trás. Tudo certo com os meus pertences, até então.

Quase tendo uma crise de riso…
“- Véi… tu não me roubou nada não, né?”
O cidadão fecha a cara e responde, indignado:
“- CLARO QUE NÃO, PORRA! TÁ ME ACHANDO COM CARA DE LADRÃO?”
E eu, a essa altura já rindo desesperadamente:
“Tu, eu não sei; mas se tu não tá me roubando, eu tô me achando irresistível!”

(…)

E foi assim que eu tive que deixar as compras no chão e sair correndo de dentro do Giassi pra não apanhar de um troglodita de mais ou menos 1,90m com uma camisetinha tomara-que-me-coma de academia que saiu correndo atrás de mim feito um maluco.

FIM.

(PS: O tomate italiano estava R$ 2,19 o kg e estava bem bonito. Vão lá comprar, mas tentem não ser encoxados.)

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