Não sou guri de recado.

Há algo que eu não faço em ambiente de trabalho: anotar recados de telefonemas para colegas.
Eu tenho alguns motivos pra isso, e o principal é bem simples: o assunto não é comigo. Não tenho, portanto, que assumir a responsabilidade sobre uma informação cuja origem ignoro e cujo destino não me compete.

Hoje fui deliberadamente chamado de egoísta por isso. Pois bem: num ambiente onde há mais telefones celulares que fixos, que obrigação tenho eu, que trabalho sozinho na maior parte do tempo, de me responsabilizar pela comunicação alheia? A informação da ausência do funcionário destino da ligação não ficou clara no momento em que a chamada não foi atendida?
Ou será que essa frescura toda não passa de necessidade de se sentir importante por parte cidadão que originou a ligação?

Sinceramente, se há tão grande necessidade de comunicação urgente, não é o telefone fixo e um recado anotado que fará o serviço necessário.

Cada um que resolva os meandres de suas atividades, ué.

Gente melindrada do cacete.

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